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Wine Invest II
Comercial
VINHOS RAROS: Ativo dolarizado, não correlacionado e altamente rentável. Essa captação visa a aquisição de um portfólio de garrafas de VINHOS FINOS, fora do Brasil, selecionados por especialistas, segurados e custodiados na London City Bond para valorização ao longo do tempo, e venda em momento apropriado para consumidores qualificados ao redor do mundo.

Victor Hugo Cotoski (Empreendedor)
22/08/2025 10:56:00Bom dia pessoal,
segue planilha atualizada com os últimos preços vendidos de cada vinho. Lembrando que preços na internet em geral ou wine searcher não traduzem o real preço vendido, apenas uma oferta (pode ser um vendedor tentando inflar preços).
Nosso portfólio está com pouco mais de -11% de perdas, e ainda acredito que se fossemos liquidar hoje o valor cairia para perto dos 30%. O mercado de vinhos em geral está passando por uma queda nos preços pela enorme oferta no mercado.
VINHOS FINOS CAPITAL SPE I - Investidor - Planilhas Google
Segue trecho do ultimo email recebido pela Oeno e analise completa Semestre 1 de 2025:
Resumo do Desempenho do Mercado:
O índice Liv-ex Fine Wine 100 registou uma queda de 4,4%, atingindo os 311,6 pontos no final do primeiro semestre de 2025. Este resultado contrasta com as previsões anteriores, que apontavam para um recuo mais moderado de 1,9% ao longo de todo o ano.
Um dos principais fatores para este declínio foi o afastamento dos compradores norte-americanos após a ameaça, em meados de Março, de imposição de tarifas de 200%. Este impacto foi particularmente sentido em regiões menos transacionadas como Piemonte, o Vale do Ródano e Espanha.
A campanha En Primeur revelou-se notoriamente fraca, agravada por uma vindima considerada pobre.
Vinho Fino vs. Outros Activos:
Ao contrário dos mercados acionistas globais, que recuperaram após os choques de Março, o Fine Wine 100 registou um desempenho inferior, superando apenas o petróleo bruto. Ainda assim, o fraco desempenho do petróleo em 2025 tem sido um alívio para os custos de produção globais.
Dinâmica Cambial e Impacto do En Primeur:
As oscilações cambiais trouxeram complexidade adicional. A desvalorização do dólar face à libra reduziu as oportunidades de arbitragem para os compradores norte-americanos.
Por outro lado, o fortalecimento do euro face à libra pressionou os intervenientes europeus, obrigando os produtores de Bordéus a efetuar cortes agressivos nos preços.
Muitos dos principais comerciantes dos EUA optaram por não participar na campanha En Primeur este ano, motivados pelo receio de tarifas e por um crescente desalento face ao sistema.
Destaques Regionais: Bordéus
O índice Bordeaux 500 foi o de pior desempenho, com uma queda de 5,6%. Em contraste, o Bordeaux Legends 40 (composto por colheitas mais antigas e maduras) teve um recuo mais contido de 2,6%. Isto sugere que as colheitas maduras continuam a atrair apoio, enquanto as edições mais recentes (2020, 2021 e 2022) enfrentam dificuldades, chegando a ser negociadas a mínimos históricos.
Itália: O índice Italy 100 caiu 3,4% no segundo trimestre. Os vinhos da Toscânia (como Sassicaia, Tignanello, Solaia) recuaram apenas 1,3%, enquanto os rótulos do Piemonte (como Gaja, Conterno, Mascarello) registaram uma descida mais acentuada de 5,6%. Esta divergência é atribuída à força das marcas dos Super Tuscans e à maior dependência do Piemonte em relação ao mercado dos EUA.
Atividade de Transação e Geografia dos Compradores:
Apesar da descida dos preços, a atividade de transação no 1.º semestre de 2025 superou a do 2.º semestre de 2024, com volumes a subirem 11,9% e o valor transacionado a crescer 4,2%. No entanto, o ritmo abrandou significativamente a partir de meados de Abril, na sequência do anúncio das tarifas.
Bordéus aumentou a sua quota de mercado no primeiro semestre de 2025, enquanto a região de Champagne registou uma contração.
O recuo do mercado norte-americano foi um dos grandes temas do semestre, embora se antecipe um regresso cauteloso assim que haja maior clareza política.
De forma encorajadora, os compradores asiáticos deram sinais tímidos de retoma, representando cerca de 18% do valor transacionado semanalmente no segundo trimestre, com um aumento nominal de 55% face ao segundo semestre de 2024.
Perspetivas para o 2.º Semestre de 2025:
Para os vendedores, as expectativas mantêm-se ligeiramente contidas, sendo recomendada alguma paciência.
O mercado poderá estar próximo de um ponto de estabilização, com os vinhos de Bordéus de 2021 a encontrarem suporte nos preços e a suscitar um renovado interesse comercial.
Uma recuperação mais ampla exigirá uma mudança decisiva no sentimento dos investidores, que poderá ser impulsionada por maior clareza política, confiança renovada por parte da Ásia ou por ajustamentos estratégicos de inventário por parte dos comerciantes. Para o mercado dos EUA, a resolução da questão tarifária é fundamental para o regresso dos compradores.
Para os investidores com uma visão a longo prazo, o mercado atual apresenta oportunidades significativas de aquisição, especialmente no segmento premium. Este cenário é reforçado pelo lançamento do Oeno – Fine Wine & Whisky Investment Fund, em parceria com a FundBox.
Mantemo-nos totalmente empenhados em acompanhar de perto a evolução do mercado e em identificar as melhores oportunidades para os nossos clientes. Não hesitem em contactar-nos para discutir o vosso portefólio ou esclarecer qualquer questão.
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O Mercado de Compradores Está ao Rubro - 6 de Agosto de 2025Sid McNamara-Rajeswaran
Um artigo recente do Financial Times analisa o panorama atual do mercado de vinhos finos. Veja os destaques:
Caso queira ler o artigo original, clique aqui. Em alternativa, segue a versão integral em português:
Preços dos vinhos finos em queda: descubra o que os colecionadores compram agora
Bordéus e Borgonha sofrem quedas acentuadas, mas os caçadores de oportunidades encontram verdadeiras pechinchasAlan Livsey – Publicado a 26 de julho de 2025
Os comerciantes de vinhos finos enfrentam um período desafiante. Os preços caíram de forma significativa. Segundo a bolsa Liv-ex, o índice das 100 garrafas mais procuradas recuou quase 21% em libras esterlinas nos últimos dois anos, até junho. Para complicar, as fracas colheitas de 2024 em Bordéus e Borgonha desmotivaram os clientes a investir em novos lançamentos destas regiões.
No entanto, Miles Davis, consultor da londrina Vinum Fine Wines, reparou recentemente num comportamento invulgar: os clientes estão a voltar a comprar.
“Na primeira metade de junho, tivemos a sorte de receber algumas encomendas substanciais”, comenta Davis.
A queda de preços alterou o perfil da procura. Antes, colecionadores experientes investiam em garrafas jovens, guardando-as durante uma década ou mais, esperando que o sabor e o valor crescessem. Hoje, com menor perspetiva de valorização e custos de armazenamento elevados, os compradores – especialmente os mais jovens – mudaram de estratégia.
“Os clientes de elevado património compram vinhos finos para beber agora”, explica Nick Pegna, diretor global de vinhos e bebidas espirituosas da Sotheby’s. “Querem a experiência, não apenas o investimento. Procuram vinhos prontos a consumir.”
O que se vende, então, neste mercado em baixa? E haverá oportunidades genuínas após uma correção tão acentuada?
Até há pouco, o setor parecia robusto. A partir de 2020, várias colheitas quentes e melhorias tecnológicas – como ferramentas digitais na viticultura – elevaram o padrão qualitativo dos grandes produtores europeus.
Durante a pandemia, enófilos confinados impulsionaram uma derradeira subida de preços que durou até 2022.
Seguiu-se a ressaca. A guerra na Ucrânia fez disparar custos de produção, e a subida agressiva das taxas de juro estagnou o comércio de vinhos finos.
Bordéus e Borgonha foram os mais penalizados: o índice Liv-ex dos 500 melhores vinhos de Bordéus caiu 23% em dois anos; o índice Burgundy 150 recuou 27%.
Para Stephen Browett, presidente da Farr Vintners em Londres, com 45 anos de experiência, a fraqueza atual é impressionante:
“Parece o mercado de vinhos mais fraco que já vimos em muito tempo. Em 2008 foi mau, mas depois Hong Kong retirou as taxas sobre vinho e houve um boom. Agora, os compradores controlam o jogo – e ninguém precisa mesmo de comprar vinho.”
Armazenar vinhos de forma segura custa caro: no Reino Unido, entre £1 e £1,50 por garrafa/ano, sem contar com impostos. Para grandes coleções, são milhares de libras anuais – difícil de justificar em tempos de desvalorização.
“O que torna este momento crítico é a sua abrangência”, sublinha Justin Gibbs, cofundador da Liv-ex.
Em correções passadas, quando Bordéus abrandava, Borgonha, Toscana ou Champanhe serviam de refúgio.
“Desta vez, é transversal. Itália e Califórnia também estão em baixa”, diz Gibbs.
Mesmo assim, tanto ele como James Miles veem oportunidades, sobretudo em Bordéus:
“Nos próximos 12 a 18 meses será o momento certo para comprar barato”, garante Miles. “O risco de nova queda é limitado.”
A pressão financeira sobre produtores e comerciantes aumenta a probabilidade de liquidações e vendas forçadas, abrindo portas para compras 30% a 50% abaixo do pico de outubro de 2022.
Bordéus foi a primeira vítima. O tradicional sistema en primeur – vender colheitas antes do engarrafamento – perdeu atratividade. Mas os descontos anteriormente oferecidos pelos châteaux aos seus clientes, em parte para atrair capital de investimento, não só desapareceram como se transformaram num premium para as colheitas mais antigas, prontas a serem bebidas.
“Para apreciadores que não querem esperar pelo envelhecimento, é mais interessante comprar colheitas antigas já prontas”, explica Chloe Ashton, diretora da 1275 Collections.
Ela destaca vintages inicialmente subestimadas que hoje brilham, como Bordéus 1983, 1995 ou 2001.
“Não há regras rígidas sobre os anos. Nos últimos 15 anos, a qualidade base subiu muito.”
A grande questão é: quem será o comprador de amanhã? Os mercados americano e asiático já não têm o mesmo ímpeto de há duas décadas.
Mesmo assim, existe movimento seletivo. Onde os preços caíram,
“os clientes compram melhor, mas em menor quantidade”, diz Shaun Bishop, da JJ Buckley Fine Wines, em São Francisco.
Os seus clientes evitam riscos do en primeur e preferem vinhos disponíveis e entregues de imediato.
Em Hong Kong, Paulo Pong, da Altaya Wines, confirma:
“Os clientes continuam a adorar Bordéus, mas compram para beber já.”
O interesse em Borgonha cresceu com a correção. Como as produções são pequenas e vendidas garrafa a garrafa, um pouco de procura agita logo o mercado.
“Há uma tendência crescente [em Hong Kong] para beber mais vinhos brancos”, diz Pong. “Os melhores brancos de Borgonha são escassos, e agora bebem-se muito mais jovens – sobretudo Premier e Grand Crus de Puligny-Montrachet e Chassagne-Montrachet.
” Nomes de topo incluem Coche-Dury e Colin-Morey.
A queda de preços despertou o interesse dos compradores atentos. Resta saber se o mercado voltará aos máximos históricos.
A Minha Análise
Há muito que venho destacando as várias causas para a correção dos vinhos finos, e é interessante ver o Financial Timesalinhado com esta visão.
Na minha ótica, a pandemia criou uma escalada de preços: com mercados tradicionais estagnados e viagens suspensas, vinhos e whiskies surgiram como investimentos alternativos atrativos. O capital disponível foi canalizado para passion assets, alimentando uma bolha de valorização.
Com o regresso à normalidade, os consumidores deslocaram despesas para experiências: viagens, gastronomia e convívio. A coleção continuou, mas agora o objetivo era esvaziar caves.
A guerra na Ucrânia trouxe outro choque: custos de vidro, cortiça e transporte dispararam. A inflação tornou-se persistente, contrariando a narrativa “transitória”.
Hoje, enquanto os EUA enfrentam risco de tarifas sobre vinhos, a Europa e a Ásia mostram sinais de recuperação cautelosa. É neste contexto que surgem verdadeiras oportunidades para quem sabe comprar.
O acesso recente a assortment cases de Domaine de la Romanée-Conti, caixas de Screaming Eagle e lotes de leilão, demonstra que o mercado recompensa os atentos – mas não por muito tempo.
Se quer construir uma carteira de vinhos finos ou investir em rótulos de nível de leilão, agora é o momento.

Victor Hugo Cotoski (Empreendedor)
30/05/2025 13:34:07Bos tarde pessoal,
Segue video com todas as atualizações do projeto: VIDEO BLOXS VINHOS FINOS_30_05.
Link conforme mencionado: Accru | Wine Investment Experts
Voltamos na semana que vem.
Um abs

Victor Hugo Cotoski (Empreendedor)
13/12/2024 11:04:31Bom dia pessoal,
segue último relato enviado por Oeno. Os valores dos vinhos estão sendo atualizados na semana que vem na planilha mestre OENO PLANILHA.
Em anexo o report completo em ENG.
Relatório de Outubro 2024
Depois de um setembro difícil, outubro trouxe sinais de resiliência e de nova atividade nos principais índices do Liv-ex.
O Liv-ex Fine Wine 100, a referência do sector, obteve um ganho modesto de 0,1%, marcando o seu primeiro movimento positivo desde março. Embora o índice continue a cair 7,0% no acumulado do ano, esta pequena subida assinala um potencial ponto de viragem. O mercado mais alrgado, representado pelo Liv-ex Fine Wine 1000, registou uma ligeira descida de 0,8%. Entre os seus sub-índices, o California 50 e o Rest of the World 60 registaram os maiores movimentos, caindo 2,5% e 2,8%, respetivamente.
Entretanto, o Liv-ex Fine Wine 50, que acompanha as colheitas mais recentes dos First Growths da Margem Esquerda, registou uma descida de 0,7%. O Latour, nomeadamente, destacou-se, com cinco colheitas a valorizarem, três a descerem e duas a manterem-se estáveis. Apesar das pressões contínuas sobre os preços, registou-se em outubro um aumento significativo da participação no mercado.
A bolsa registou o maior número de vinhos únicos (LWIN11s) negociados num único mês desde janeiro de 2022, um aumento de 20,5% em relação a setembro. Além disso, o volume de litros transacionados aumentou 31,0% e o valor transacionado subiu 24,4%. A exposição total atingiu um máximo histórico de £150 milhões, refletindo um interesse robusto e confiança no mercado.
Acontecimentos na Oeno
Outubro, foi um mês emocionante para a Oeno. Organizámos uma memorável Noite de Vinhos de Piemonte para os nossos clientes da OenoFuture. O evento celebrou a chegada do outono com vinhos requintados de Piemonte, o berço dos icónicos Barolo e Barbaresco. Os convidados desfrutaram de uma experiência imersiva conduzida pela nossa equipa de especialistas em vinhos, explorando uma linha deslumbrante de obras-primas italianas de Borgogno, Gagliardo, Roagna e Hilberg Pasquero. A noite foi devidamente complementada por uma seleção de queijos finos e charcutaria.
Também tivemos o orgulho de patrocinar a gala de beneficência Cure Parkinson's Charity no icónico Camden Roundhouse. Este jantar de gala inaugural marcou o lançamento da temporada de angariação de fundos Cure Parkinson's 2024, reunindo apoiantes para angariar fundos essenciais para a investigação inovadora de uma cura. Foi uma honra contribuir para uma causa tão transformadora com uma seleção de vinhos excecionais.
O valor de Chablis
Os produtores de Chablis enfrentam um clima difícil para criar alguns dos vinhos brancos mais duradouros da Borgonha. Apesar da sua longevidade e do reconhecimento global do nome Chablis, estes vinhos permanecem notavelmente subvalorizados em comparação com outras sub-regiões da Borgonha.Em todos os níveis de qualidade, os vinhos de Chablis têm um preço significativamente mais baixo do que os seus homólogos da Côte de Beaune.
Para os coleccionadores, o Chablis Grand Cru destaca-se como uma oportunidade particularmente atraente. Estes vinhos têm uma classificação média superior a 66% dos brancos da Borgonha (92,5) e custam menos de metade do preço. Em contrapartida, os brancos da Côte de Beaune Grand Cru - a única categoria que supera o Chablis Grand Cru em termos de classificação média (93,1) - impõem um preço muito elevado, com um custo médio de 11 146€ por 12×75. Isto torna os brancos Côte de Beaune Grand Cru sete vezes mais caros, em média, do que os Chablis Grand Cru, oferecendo aos coleccionadores uma clara proposta de valor em Chablis.
Bordeaux En Primeur – Quem é que sai por cima?
Os relatórios sobre a vindima de 2024 em Bordéus estão longe de ser otimistas. Jane Anson destaca preocupações como “a forte pressão do míldio, a fraca floração e um verão relativamente seco” que afetaram a época de crescimento. Embora tenha sido feito um investimento significativo nas vinhas e em tecnologias avançadas das adegas para ajudar a salvaguardar a qualidade dos vinhos dos châteaux mais ricos, prevê-se que os rendimentos sejam notavelmente baixos em toda a região.
Embora ainda faltem mais de seis meses para o lançamento do En Primeur, os châteaux, os negociantes e os comerciantes já estão a definir estratégias de preços e estratégias de compra. As campanhas recentes têm tido dificuldade em gerar uma forte procura, apesar de alguns châteaux terem reduzido os seus preços de 2023 - embora não o suficiente para ter um impacto significativo nas vendas.
As épocas de cultivo difíceis têm um custo e, com o desafio adicional de rendimentos mais baixos, os châteaux terão de ajustar os seus preços de lançamento para garantir que o En Primeur continue a ser um negócio rentável a todos os níveis da cadeia de abastecimento. Isto pode significar um ajuste nas margens para encontrar o equilíbrio correto para a vindima de 2024.
Os mercados
O desempenho do mercado em outubro mostra uma descida global das ações, com o Japão a destacar-se como um notável desempenho. Os mercados de rendimento fixo também registaram um recuo durante o mês.
O Reino Unido
As ações do Reino Unido caíram durante o mês, com um desempenho inferior das ações de pequena e média capitalização (SMID). Tanto as grandes empresas como as PME enfrentaram desafios decorrentes de uma perspetiva macroeconómica externa ambígua a curto prazo, que pesou fortemente nos setores ligados aos mercados industriais globais.
Esta deterioração das perspetivas macroeconómicas a longo prazo também se refletiu na fraqueza da libra esterlina (apesar do dólar americano forte) e encerrou um outubro difícil, com uma nota negativa. A forte mudança de sentimento ocorreu, apesar dos dados económicos de curto prazo geralmente positivos do Reino Unido, incluindo o regresso da inflação a um nível inferior ao objetivo de 2,0%, do Banco de Inglaterra.
A zona euro
As ações da zona euro desceram em outubro, afetadas pelas preocupações com o crescimento e pela incerteza quanto ao resultado das eleições presidenciais nos EUA. Os sectores com pior desempenho incluíram as tecnologias da informação, os bens de consumo básicos e o imobiliário, enquanto os sectores industrial e dos serviços de comunicações foram os únicos a registar retornos positivos no mês.
A atual época de resultados do terceiro trimestre revelou alguns resultados dececionantes de grandes empresas, particularmente no sector das tecnologias da informação. No sector do consumo, as atualizações trimestrais de vários fabricantes de automóveis e empresas de bens de luxo ficaram aquém das expectativas do mercado.
Os EUA
As ações dos EUA caíram em outubro, impulsionadas pela incerteza antes das eleições presidenciais e pelas dúvidas persistentes, sobre a trajetória das taxas de juro. O sentimento do mercado foi ainda mais afetado pelos resultados trimestrais decepcionantes de várias grandes empresas.Os investidores anteciparam amplamente um corte de 25 pontos base (pb) nas taxas de juro pela Reserva Federal na sua reunião de outubro, após um corte de 50 pb em setembro. No final do mês, as atenções viraram-se para as disputadas sondagens que antecederam as eleições presidenciais de 5 de novembro.

Victor Hugo Cotoski (Empreendedor)
02/09/2024 17:23:59Boa tarde pessoal,
segue a planilha atualizada com todos os valores de mercado do portfolio. (+14% )
Também segue o relatório da Oeno do trimestre anterior em anexo. Primeiro trecho abaixo em pt;
No geral, o segundo trimestre se mostrou bastante difícil para o mercado de vinhos finos, com junho continuando essa
tendência com outro mês desafiador. As consequências do Bordeaux En Primeur desaceleraram as negociações para
a maioria, embora a atividade tenha começado a aumentar no final do trimestre.
O índice Liv-ex Fine Wine 100 caiu 0,4% em junho, estendendo o declínio de maio (0,6%). Em todo o mercado mais amplo, o Liv-ex Fine Wine 1000, rastreando 1.000 vinhos globalmente, viu um declínio maissignificativo, fechando em queda de 1,2% em 388,28, um nível visto pela última vez em agosto de 2021. Dentro disso, osíndices Champagne 50 e Burgundy 150 experimentaram as quedas mais acentuadas, 2,6% e 2,4%, respectivamente. Em uma nota mais positiva, os índices Bordeaux Legends 40 e Rhone 100 mostraram ganhos modestos de 0,3% e 0,2%, respectivamente.
Junho também testemunhou uma queda de 1,7% no número de marcas exclusivas (LWIN7s) negociadas, acompanhadas de um declínio de 5,4% no faturamento de vinhos exclusivos (LWIN11s). Refletindo sobre o primeiro semestre de 2024, o sentimento do mercado influenciou significativamente a negociação. O volume de transações aumentou 16,8% em comparação com o primeiro semestre de 2023, indicando maior atividade de negociação. No entanto, os valores médios de negociação diminuíram 18,9%, sugerindo que, embora mais negociações tenham ocorrido, elas estavam em pontos de preço mais baixos em comparação com o ano passado
Comunicado importante OENO GROUP:
À medida que navegamos por 2024, estamos profundamente cientes dos desafios atuais no mercado de vinhos finos, juntamente com as dificuldades do setor de hospitalidade do Reino Unido que tiveram um impacto na taxa de liquidação.
Em resposta aos desenvolvimentos em andamento, estamos comprometidos em criar continuamente novas maneiras de combatê-los, portanto, estamos animados em anunciar o seguinte:
Lançamento do site de comércio eletrônico: Estamos animados em anunciar o lançamento iminente de nossa nova plataforma de comércio eletrônico, cujo objetivo é acelerar as vendas no varejo e atuar como a janela digital de nossa boutique de vinhos finos sediada na cidade, Oeno House.
Leilão Oeno: Em nosso esforço contínuo para preencher a lacuna entre um ativo físico e uma venda, pretendemos lançar uma série contínua de nossos próprios leilões, o que permitirá que os clientes que possuem os vinhos e uísques mais raros alcancem a base global de colecionadores.Com relação ao setor de hospitalidade do Reino Unido, o aumento dos custos, a escassez de pessoal e as pressões operacionais criaram obstáculos significativos para as empresas em todo o setor.
Na Oeno, sempre nos comprometemos a dar suporte aos nossos parceiros de hospitalidade durante esses tempos difíceis com uma série de iniciativas projetadas para ajudá-los a prosperar.
Nossa equipe experiente e habilmente treinada oferece sessões contínuas de treinamento de equipe, viagens educacionais a vinícolas para aumentar a fidelidade à marca e suporte personalizado ao cliente para atender às necessidades exclusivas de cada local.Em nossa busca por elevar continuamente a qualidade da sua experiência conosco, sempre treinaremos nossa equipe especializada de suporte ao cliente, para que cada cliente atribuído a um gerente de conta dedicado possa receber atualizações regulares.
Não hesite em entrar em contato com nossa equipe, caso deseje receber mais informações.
Agradecemos suas ideias e comentários.
Atenciosamente, Equipe do Oeno Group
Um abs,

Victor Hugo Cotoski (Empreendedor)
03/04/2024 17:11:23Boa tarde pessoal,
estou no aguardo do ultimo relatório fundamental da Oeno, distribuído com todas as informações mais precisas sobre o mercado de vinhos finos. Está em atraso, porém devemos receber em breve. Assim que eu tiver, vou colocar o anexo aqui, juntamente com os principais pontos.
Nossa planilha de acompanhamento segue 100% atualizada desde o Fevereiro:
*atualizei o câmbio de hoje.
(lembrando que esse link eu procuro atualizar mensalmente, portanto mesmo que não haja comunicação por aqui, sempre estará aberto com os valores mais atuais).
Mesmo com a baixa no mercado, mantivemos nosso portfólio em territórios positivo. Sem nenhuma mudança de preço significativa, mantemos também os 10,15% de valorização em USD.
Precisamos aguardar o relatório da Oeno para entendermos mais sobre as regiões afetadas pela alta oferta no mercado secundário, porém o mercado não apresentou nenhum movimento mais amplo de baixa.
Após as altas das bolsas internacionais e possíveis reduções maiores de juros no mundo, devemos ter uma economia mais aquecida e agressiva (principal driver do mercado de luxo). Espero (minha opinião) que veremos movimentos mais bruscos na rentabilidade após as taxas caírem nos próximos 12 meses.
Em anexo o balanço contábil.
Ficamos no aguardo do time da Oeno, em providenciar o relatório.
Um abs